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Justiça cassa registro de ex-prefeito; Adriano recorre e está no páreo

RD NEWS

O candidato a prefeito de Nova Mutum Adriano Pivetta (PDT), ex-prefeito do município por 2 mandatos, teve o registro de candidatura cassado pelo TRE após ser enquadrado como “ficha suja” devido problemas num convênio firmado com o governo federal. O pedetista havia conseguido o aval em primeira instância. A reviravolta acontece após a Coligação Todos Por Nova Mutum, encabeçada pelo prefeito Lírio Lautenschlager (PMDB), ter ingressado com recurso sob argumento de que Adriano é “ficha suja”.

Acontece que ele teria sido condenado a ressarcir o erário em R$ 16,8 mil, pela Segunda Câmara do TCU em 22 maio deste ano devido superfaturamento na compra de uma ambulância em 2003. Apesar do caso ter sido encerrado e arquivado, os advogados de Lírio entendem que Adriano está inelegível.

Os argumentos provocaram debate no TRE, mas por 4 a 3 os membros decidiram cassar o registro de Adriano. O caso foi relatado por José Luis Blaszak. Ele afastou a tese de que Adriano é “ficha suja”, mas acatou o fato dele não ter apresentado alguns documentos. “Desta feita, não se verifica no caso sob exame, o preenchimento do primeiro requisito exigido para a configuração da hipótese de inelegibilidade invocada pela Recorrente, qual seja, a rejeição das contas pelo órgão de controle externo (TCU)”.

Agora Adriano deve decidir se desiste da disputa, colocando alguém no seu lugar, ou se recorre ao TSE e concorre sub judice. O curioso é que Adriano entrou na disputa em substituição a Leandro Felix (PSDC), que tinha como vice Marcelo Ribeiro (PPS), porque o vice estava em débito com a Justiça Eleitoral por não ter votado e nem justificado no primeiro turno das eleições 2006. A reportagem do RDNews entrou em contato com o pedetista, mas ele não atendeu ou retornou as ligações para comentar o assunto.

17h10 – Defesa de Adriano recorre de decisão e garante não ser “ficha suja”

A advogado de defesa de Adriano, Paulo Taques, esclarece que, em verdade, o pedetista teve o registro cassado apenas por falta de documentos e não devido a problemas em convênio firmado com o governo federal, como foi sustentado pela defesa de Lírio.  “O objeto da decisão foi a falta de certidões da Justiça Eleitoral, mas vou entrar com embargo de declaração para mostrar que quando o Adriano foi registrar não foi intimado para apresentar os documentos que faltavam. Eu tenho convicção que a decisão será reformada”, frisou Taques, em entrevista ao RDNews.

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  1. setembro 12, 2012 às 2:12 am

    é melhor ele desistir logo sera que ele nao ve que quem começa errado vai terminar errado entao adriano vou deixar esta pra vc cai fora enquanto nao descobrem mais falcatruas tuas e deixa o quinze reinar pois esta indo tudo numa boa.na proxima quem se vc ja tiver limpo sai se nao?? da a vaga pra outro pega a sua trouxa e vai pra bahia cuidar dos seus bois .seu sujo tchau e boa noite

  2. setembro 13, 2012 às 12:57 am

    Anônimo para Anônimo acima….Será mesmo que o ADRIANO tem que pegar as malas e ir embora para sua fazenda na Bahia ou ao invés disso é o Lirio que tem que ir embora da cidade de vez né….. Então o Adriano assume o que faz de cara limpa ou invés do outro candidato que faz escondido e depois fica veio ainda para cara dele saber de todas as suas FALCATRUAS NÉ… Adriano vai vencer essa … hahaha

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