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Hora do Esporte! Domingo

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Na Vila, Santos tenta derrubar o invicto Corinthians em busca do título
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A lotada Vila Belmiro será o segredo do Santos para a primeira partida da decisão do Campeonato Paulista de 2009. Contando com um retrospecto mais do que favorável atuando no estádio de nome oficial Urbano Caldeira contra o Corinthians no século 21, os comandados de Vágner Mancini abrem neste domingo a final do Estadual contra o invicto Timão, às 16 horas (de Brasília).

Diante de um Corinthians embalado pela eliminação sobre o São Paulo na etapa semifinal e pela invencibilidade na competição, o Santos tenta também mostrar que o tropeço de quarta-feira na própria Vila não abalou o brio dos atletas praianos. Embora tenha sido eliminado de forma vexatória pelo modesto alagoano CSA na segunda rodada da Copa do Brasil, com uma derrota por 1 a 0, o Peixe tenta também recuperar a taça paulista, que conquistou nos anos de 2006 e 2007.
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O grande trunfo santista para sair na frente da disputa neste domingo, assim, será o caldeirão da Vila, que estará tomada por 18 mil torcedores no domingo. De 2001 até então, foram 12 partidas realizadas no estádio do Peixe, com oito vitórias dos donos da casa, dois empates e apenas duas derrotas û a última delas, aliás, há quase quatro anos.

Os únicos tropeços do Santos em seu estádio neste século aconteceram em partidas válidas pelo Campeonato Brasileiro. Em 2001, com Wanderley Luxemburgo no banco corintiano e Marcelinho Carioca no meio-de-campo santista, o Timão conquistou um triunfo por 2 a 0, com gols de Luizão, cobrando pênalti, e Galván, contra.

Quatro anos depois, em repetição de jogo anulado em decorrência da máfia do apito, os paulistanos voltaram a vencer: 3 a 2, resultado selado aos 42 minutos do segundo tempo com gol de Carlos Alberto, também em tiro livre da marca da cal. De 2005 para cá, quatro clássico entre os alvinegros na Vila, com três vitórias do Santos e um empate. Em Campeonatos Paulistas , a vantagem santista na Vila neste século é irretocável: três jogos e três vitórias û em um tabu que se estende há 23 anos sem vitórias o Corinthians no Urbano Caldeira (a última foi em 1986, por 2 a 0). Mas o técnico Mano Menezes não teme que a soberania do Peixe prevaleça. Pelo contrário: o gaúcho acredita que seus pupilos, liderados em campo por Ronaldo, farão frente e diminuirão a vantagem praiana.

“Esse é um período de quebras de tabus”, comentou Mano, que usou um feito do próprio Santos e dois do Corinthians para ilustrar sua argumentação.

“O Santos não ganhava uma partida do Palmeiras no Parque Antártica em Paulistas há 40 anos. O nosso time também ganhou dois jogos contra o São Paulo, sendo que não vencíamos clássicos há bastante tempo. E quebramos o recorde dos invictos”, lembrou o treinador.

E o novo feito imbatível estabelecido pelo Corinthians, que não perdeu uma partida sequer em 2009, tirou a Taça dos Invictos do São Paulo no último domingo. Mas, agora, é o Santos quem quer frustrar o rival. E, ao mesmo tempo, se recompor do tropeço de quarta-feira.

A ordem é esquecer a derrota para o CSA, e focar todas as atenções para a decisão do Campeonato Paulista. De quase eliminado, o Peixe mostrou força para chegar a final, superando o Palmeiras, nos dois jogos da semifinal.

A arrancada santista comandada por jovens jogadores como o meia Paulo Henrique Lima e o atacante Neymar rende comparações com o Santos campeão brasileiro de 2002, liderado naquela época pela dupla Diego e Robinho. Sem compartilhar do entusiasmo da torcida quanto a essa comparação, o técnico Vágner Mancini vê algumas semelhanças entre os dois times.

“Fica difícil de fazer comparações, pois são gerações diferentes. Aquele Santos hoje tem seis ou sete jogadores na seleção brasileira. O Santos de hoje é diferente. A igualdade que vejo foi na forma como chegaram a final. Aquela equipe se classificou em oitavo e foi crescendo até chegar à final. E nós nos classificamos de forma dramática, com aquele jogo em Campinas (Ponte Preta). Depois eliminamos um rival nas semifinais, como em 2002”, comentou.

Outra coincidência é o adversário da final. Novamente o Corinthians pela frente. E como em 2002, o Alvinegro Praiano tratou de passar o favoritismo para o adversário.

“O Corinthians tem um time equilibrado, entrosado, que joga um futebol bonito. E até por conta de tudo que fez durante o campeonato, deve ser apontado como favorito. Fica difícil falar em igualdade (de forças) também pela vantagem, que eles têm. Será um jogo dificílimo”, disse Mancini.

Para o primeiro duelo, o grande trunfo do Santos para reverter à vantagem corintiana é jogar em seu estádio, a Vila Belmiro. Pará, que deverá ser o companheiro de Germano no meio-campo, em substituição ao suspenso Roberto Brum, confia na força do alçapão santista para sair na frente na decisão.

“Agora é uma final e temos que encarar o Corinthians de igual para igual. Vamos jogar em casa e temos que nos impor. Precisamos fazer um grande jogo, ter atenção na marcação, sem bobear. Se fizermos isso, temos condições de sair de campo com um grande resultado, que nos daria uma tranquilidade para o jogo de volta”, analisou.

Enquanto o Santos tem baixas no meio-de-campo, Mano terá que fazer apenas uma alteração no time que venceu o São Paulo por 2 a 0 no Morumbi. O atacante Dentinho, suspenso ao acumular três cartões amarelos, deverá dar lugar ao meia Morais.O esquema tático corintiano também será alterado, saindo de um 4-3-3 e retornando ao 4-4-2.

Embora tenha que abrir mão de um esquema mais ofensivo, Mano Menezes não espera uma partida truncada neste domingo. Tudo porque, segundo ele, a Vila é um dos maiores gramados do futebol brasileiro û ainda que a impressão seja outra. “Não há diferenças em termos de dimensões do campo, mas o ambiente pode parecer pela proximidade do alambrado”, explicou Mano Menezes.

“Parece que o campo da Vila é menor, mas na verdade é até maior que a do Estádio Olímpico. Realmente é um ambiente diferente e você tem que estar preparado para isso, com os jogadores concentrados”, cobrou.

SANTOS X CORINTHIANS

Data: 26/04/2009 (domingo)
Local: estádio da Vila Belmiro, em Santos (SP)
Horário: 16h (de Brasília)
Transmissão: Globo, Bandeirantes e Premiere
Árbitro: Wilson Luiz Seneme (SP)
Auxiliares: Emerson Augusto de Carvalho (SP) e Everson Luquesi Soares (SP)

Santos
Fábio Costa; Luizinho, Fabiano Eller, Fabão e Triguinho; Adriano, Germano, Madson, Paulo Henrique Lima e Neymar; Kléber Pereira
Técnico: Vagner Mancini

Corinthians
Felipe; Alessandro, Chicão, William e André Santos; Cristian, Elias, Douglas e Morais (Boquita); Jorge Henrique e Ronaldo
Técnico: Mano Menezes

Estratégico, Button vence a terceira no ano. Barricello fica em 5º

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Logo após ficar apenas com a quarta colocação no grid de largada para o Grande Prêmio do Bahrein, Jenson Button havia dito que as rivais já haviam alcançado o ritmo da Brawn GP. Entretanto, isso não impediu o inglês de faturar uma corrida pela terceira vez no ano, isolando-se ainda mais na liderança do Mundial da Fórmula 1.
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Praticamente impecável em suas tarefas, Button soube ganhar terreno desde o início da corrida, quando ultrapassou Sebastian Vettel e chegou à terceira colocação.

Rápido quando teve a pista livre, o experiente piloto aproveitou a diferença de combustível para os pilotos da Toyota, que disputavam a liderança, para assumir a ponta logo após a primeira parada nos boxes.

A partir desse momento, nada mais atrapalhou o britânico rumo ao terceiro triunfo em 2009 e o quarto na carreira, sendo que após o segundo reabastecimento sua vantagem para o segundo colocado, Sebastian Vettel, já era de 13 segundos.

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Responsável por todos os principais resultados da Brawn na temporada, Button aproveitou ainda para continuar se fortalecendo na comparação com Rubens Barrichello, o quinto colocado. Dono de 31 pontos até aqui, o inglês abre vantagem de 12 para o companheiro, ainda o vice-líder do campeonato.
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Na prática, o brasileiro teve três momentos ruins em toda a etapa. Depois da largada, ele acabou perdendo tempo atrás de Vettel, piloto com mais gasolina entre os principais candidatos à vitória. Quando voltou pela primeira vez dos boxes, o veterano ainda demorou para se livrar de Nelsinho Piquet. Para fechar, de forma surpreendente a escuderia optou por uma estratégia de três paradas para o piloto, que cruzou a linha de chegada atrás inclusive de Lewis Hamilton.
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Briga no pódio: Com o inalcançável Jenson Button dominando a maior parte do grande prêmio, a maior briga ficou pela segunda posição, que chegou a envolver Sebastian Vettel, Jarno Trulli e Timo Glock. O alemão da Toyota, porém, logo se afastou da disputa, pois perdeu muito rendimento depois de ultrapassar o companheiro no primeiro giro, limitando-se ao sétimo posto.

Assim, Vettel e Trulli travaram um interessante duelo, ainda que os pontos altos tenham sido vistos somente nos boxes. No final, quem levou a melhor foi o piloto mais jovem, que largou mal, porém se beneficiou por ter começado a corrida com menos combustível que o italiano.

Com mais um resultado expressivo, o alemão da Red Bull subiu ao pódio pela terceira vez na carreira e encostou em Rubinho na classificação geral do Mundial – tem 18 pontos, a 13 do líder Button. Trulli, por sua vez, também aumentou suas chances no campeonato, visto que ascendeu à quarta colocação com 14,5 tentos.
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Entre os demais pilotos, destaque para Lewis Hamilton, que voltou a colocar a McLaren entre as principais equipes, desta vez na quarta colocação. Atrás de Barrichello apareceu ainda Kimi Raikkonen, que impediu a Ferrari de ter seu pior início de campeonato da história – em sexto, o finlandês enfim tirou o zero que acompanhava o time italiano no Mundial.
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Embora o modelo F60 não esteja tão ruim quando em março, Felipe Massa não conseguiu um grande resultado e segue sem frequentar a zona de pontuação em 2009. O brasileiro viu o sonho do tri no Bahrein ser descartado logo na largada, quando foi tocado pelo próprio parceiro e teve de adiantar seu primeiro pit, trocando o bico de seu carro. Sempre no pelotão de trás, o atual vice- campeão mundial não conseguiu sair da 14ª colocação, chegando inclusive a tomar uma volta do líder.

Para fechar a trupe dos brasileiros, Nelsinho Piquet não brilhou, mas pelo menos enfim realizou uma exibição segura. Com uma boa partida, o brasileiro ganhou quatro posições nas primeiras voltas, subindo para 11º e se manteve nessa região durante toda a etapa. Com uma estratégia de andar com bastante combustível, o jovem terminou no décimo posto, colecionando seu melhor resultado no ano. Discreto mesmo com o novo difusor da Renault, Fernando Alonso ficou em oitavo.

Resultado do GP do Bahrein 2009

Melhor volta: Jarno Trulli (Toyota) – 1m36s805

Piloto

Ordenar

Equipe

Ordenar

Tempo

Ordenar

1 J. Button (ING) Brawn 57 voltas em 1h31m48s182
2 S. Vettel (ALE) RBR a 7s187
3 J. Trulli (ITA) Toyota a 9s170
4 L. Hamilton (ING) McLaren a 22s096
5 R. Barrichello (BRA) Brawn a 37s779
6 K. Raikkonen (FIN) Ferrari a 42s057
7 T. Glock (ALE) Toyota a 42s880
8 F. Alonso (ESP) Renault a 52s775
9 N. Rosberg (ALE) Williams a 58s198
10 N. Piquet (BRA) Renault a 1m05s149
11 M. Webber (AUS) RBR a 1m07s641
12 H. Kovalainen (FIN) McLaren a 1m17s824
13 S. Bourdais (FRA) STR a 1m18s805
14 F. Massa (BRA) Ferrari a 1 volta
15 G. Fisichella (ITA) Force India a 1 volta
16 A. Sutil (ALE) Force India a 1 volta
17 S. Buemi (SUI) STR a 1 volta
18 R. Kubica (POL) BMW Sauber a 1 volta
19 N. Heidfeld (ALE) BMW Sauber a 1 volta
20 K. Nakajima (JAP) Williams a 9 voltas/abandono

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Barra acredita em goleada hoje contra o Vila Aurora

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Dono da melhor campanha na primeira fase, o Barra do Garças que em 12 jogos ganhou seis e empatou outros seis, deve se despedir do Mato-grossense hoje, diante de sua torcida contra o líder Vila Aurora, a partir das 18 horas no Zeca Costa. Somente um milagre garante o time do técnico Marcos Birigui na semifinal. Alem de vencer o Vila de goleada, precisa torcer para que União vença o Araguaia por um gol de diferença.

“Enquanto existir esperanças, temos que acreditar nela, mas não adianta somente acreditar, tem que fazer e torcer também que a arbitragem seja imparcial no jogo” argumenta Marcos Birigui.

O treinador barra-garcense disse que as coisas não deram certo mas se diz um vencedor do futebol e diz com muita confiança que sua equipe trabalhou para chegar entre os finalistas. “Entendo que nossa situação não é das melhores, porém acredito primeiramente em Deus e depois em meus jogadores. Vamos fazer nossa parte em casa, pois devemos isso a nossa torcida e encarar o Vila Aurora, uma equipe que conheço bem, com respeito e determinado a buscarmos nosso objetivo, que é a vitória”, falou.

Com a vaga garantida na semifinal do Estadual, o técnico Everton Goiano, do Vila Aurora, disse que sua equipe está desfalcada de três importantes jogadores, mas mesmo assim vai encarar o Barra em igualdade. O treinador admite o favoritismo do time da casa, porém seu time não vai esmorecer fora de casa.

Os volantes Nei e Luizão mais o zagueiro Wendel serão poupados em virtude de dores musculares. No Luthero Lopes o União, que também precisa de um milagre, aposta toda sua esperança na vitória do rival Vila Aurora e precisa golear o Araguaia para se classificar.

Goiás e Atlético fazem a revanche na decisão do Campeonato Goiano

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Neste domingo, às 16 horas, no estádio Serra Dourada, Goiás e Atlético voltarão a fazer uma final de Campeonato Goiano. Em 2006, quando as duas equipes também se enfrentaram pelo título do estadual, o time alviverde sagrou-se campeão sobre o rival. No ano seguinte, foi a vez dos atleticanos levarem o troféu da competição.

Agora, em 2009, a crescente rivalidade entre as equipes terá um novo capítulo. Por isso, os treinadores dos cubes realizaram treinos fechados ao longo da semana.

No Goiás, o técnico Hélio dos Anjos não divulgou o time que começará jogando, apesar de já ter afirmado que não fará grandes mudanças. No meio-campo, a dúvida é entre o volante Fábio Bahia e o meia Eduardo Ramos. Já o volante Everton retorna ao time após cumprir suspensão.

“O Atlético é o único time com condições de bater o Goiás”, declarou Hélio dos Anjos, ao Diário da Manhã.
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Já Paulo César Gusmão, comandante do Atlético, preparou a equipe para evitar os erros cometidos no último encontro, quando o Goiás venceu por 2 a 0. “Vamos enfrentar um adversário qualificado. Não podemos mais errar”, disse o técnico, ao jornal O Popular.

A dúvida no Atlético paira sobre o volante Jair, que se recupera de lesão muscular e não tem retorno garantido para a decisão. As opções no elenco são o volante Luciano Totó e meia Francismar.

Mas PC Gusmão pode mudar o esquema tático da equipe para o jogo. Pode deixar o time com dois volantes e escalar mais um zagueiro ou recuar Elias para compor o meio de campo.

“Esses treinos secretos podem ajudar, pois estamos acertando detalhes. Mas, o mais importante é o que fizermos em campo”, declarou Elias.

ATLÉTICO x GOIÁS

Data: 26/04/2009 (domingo)
Horário: às 16h (horário de Brasília)
Local: estádio Serra Dourada, em Goiânia
Árbitro: Leandro Pedro Vuaden (RS)
Auxiliares: Fabrício Vilarinho e Cristhian Passos (GO)

Atlético
Márcio; Rafael Cruz, Jairo, Gil e Chiquinho; Luciano Totó (Francismar), Pituca, Róbston e Anaílson; Elias e Marcão
Técnico: PC Gusmão

Goiás
Harlei; Ernando, Leandro Euzébio e Rafael Toloi; Vítor, Ramalho, Éverton, Fábio Bahia e Júlio César; Iarley e Felipe
Técnico: Hélio dos Anjos

Cuiabanos decidem final da 2ª etapa do estadual de tênis hoje

A final da segunda etapa do circuito estadual de tênis será disputado, hoje à tarde, pelos cuiabanos Caio Gomes e Leonardo Bocchese, atuais líderes do ranking na categoria simples masculino primeira classe com 180 e 90 pontos respectivamente. O jogo está marcado para as 17h.

Gomes se garantiu na final depois de passar por Geraldo Prado, por 2 sets 0, na semifinal. Já Leonardo, que eliminou o tenista de Sinop Luis Spiering nas quartas-de-finais, venceu Rivaldo Barbosa nas semifinais, também por 2 sets 0.

Pelo menos mais oito etapas deverão ser realizadas até o final do ano, além da master, que reúne os oito melhores da categoria.


Cruzeiro e Atlético abrem final, que tem se decidido no 1º jogo

Nos dois últimos anos, o título mineiro foi decidido no primeiro jogo, em goleadas aplicadas pelo Atlético-MG, em 2007, e pelo Cruzeiro, em 2008, respectivamente.

Nos dois casos, as vantagens conseguidas no confronto inicial não puderam ser revertidas nas partidas de volta. Neste domingo, às 16h, no Mineirão, os rivais voltam a se encontrar, para começar a decidir mais uma vez quem será o campeão.

ARTILHEIROS EM AÇÃO NO CLÁSSICO

Kléber é esperança de gols para o Cruzeiro
O duelo entre os amigos Diego Tardelli, do Atlético-MG, e Kléber, do Cruzeiro, artilheiro e vice do Mineiro, com 16 e 11 gols marcados, respectivamente, é uma atração a mais do clássico que começa a decidir o título do Campeonato, neste domingo, às 16h, no Mineirão.

Com média de 1,14 e 1,10 gols por jogo do Estadual, respectivamente, Tardelli e Kléber são as maiores esperanças das torcidas para que seus times balancem as redes adversárias.

Tardelli conta com a segurança da defesa do Atlético, a melhor do Mineiro, para evitar a ameaça de Kléber. “Não vamos deixar o Kléber fazer gol. A nossa defesa está bem tranqüila e é uma vantagem boa a que eu tenho”, comentou.

O Gladiador, como é chamado o atacante celeste, ainda acredita na possibilidade de desbancar Tardelli da artilharia. “Tudo é possível.

Lógico que a gente sabe que é muito difícil. É um jogador de qualidade que pode fazer gol também, não é só a gente fazer”, disse Kléber.

Os jogadores e os treinadores dos dois times procuram minimizar o que aconteceu nas duas últimas decisões de título. “A gente viu no ano passado, mas isso já passou.

Agora é uma decisão diferente, com outros jogadores”, observou o versátil Marquinhos Paraná, do Cruzeiro.

“Mesmo nesses dois últimos anos tendo um pouco de um ou outro estar com ligeira vantagem, as goleadas não são normais em finais de campeonatos, principalmente entre Atlético e Cruzeiro”, avaliou o zagueiro Marcos, capitão atleticano.

Ao contrário da atual edição do Mineiro, em que a vantagem é do Atlético, que joga por dois empates ou vitória e derrota pela mesma diferença de gols, nos dois últimos anos o Cruzeiro tinha feito campanha melhor na fase de classificação e podia jogar a favor do regulamento.

Em 2007, o Atlético-MG, comandado por Levir Culpi, ganhou por 4 a 0 a primeira partida, o que custou o emprego do técnico Paulo Autuori, do Cruzeiro, que se demitiu, no vestiário logo após o jogo. O alvinegro mineiro conquistou o direito de perder por até três gols de diferença, na partida de volta. Treinado pelo interino Emerson Ávila, o time celeste quase conseguiu. Ganhou por 2 a 0, mas não impediu a festa atleticana.

No ano passado, a situação se inverteu. A goleada foi cruzeirense. O time, que já era comandado por Adilson Batista bateu por 5 a 0 a equipe atleticana, que tinha Geninho como técnico. No segundo jogo, o Cruzeiro confirmou o título, com outro triunfo, desta vez por 1 a 0. Segundo o treinador celeste, mesmo goleando a primeira partida é inevitável a preocupação para o segundo confronto.

“Ano passado, vencemos por 5 a 0, nos preocupamos para o segundo jogo e depois vencemos por 1 a 0. Então, a gente tem seriedade com os nossos objetivos, atenção, concentração maior para um jogo desses. Vale o título, então vamos por etapas, vamos pensar nestes primeiros 90, 95, 97 minutos, para depois pensar no segundo jogo”, analisou Adilson Batista.

Para Leão, é preciso estar preparado para uma decisão em duas partidas. “Dois jogos significam 180 minutos. Então, quem não estiver preparado para jogar 180, vai cometer o erro em 90. Eu costumo sempre dizer ‘para errar não precisa ter pressa’. Então para que você vai se aventurar num jogo só, quando você fez o seu esquema, a tua classificação, a tua inteligência coletiva. Você vai jogar tudo fora, esquecer tudo que você fez?”, indagou o treinador atleticano.

Se a vantagem prevista pelo regulamento da competição é do Atlético-MG, os números recentes são favoráveis ao Cruzeiro. Afinal, o time celeste não é derrotado pelo maior rival há 10 jogos, com nove vitórias e um empate. O último triunfo atleticano aconteceu exatamente na goleada por 4 a 0, que lhe garantiu o título mineiro, em 29 de abril de 2007.

Adilson Batista, por sua vez, está invicto como técnico do Cruzeiro no confronto contra o Atlético. Em sete jogos, venceu seis, de forma consecutiva, e empatou o primeiro. Este ano, o alvinegro mineiro, com Leão, já foi derrotado nas duas vezes em que houve o clássico: 4 a 2, em Montevidéu, pelo Torneio de Verão, e 2 a 1, pela fase de classificação do Mineiro. O Cruzeiro chegou invicto à final do Estadual.

Os números consolidam a enorme tradição e rivalidade em disputa. O Atlético chegou a iniciar a montagem, em estrutura metálica, de um banco alternativo, do outro lado do campo, para equilibrar a pressão, que o clube entende é exercida pelo Cruzeiro sobre o assistente 1, em função da localização do seu túnel. A iniciativa alvinegra, no entanto, foi vetada em reunião convocada pelo Ministério Público, na última sexta-feira.

Por tudo que está em jogo, os dois treinadores decidiram fazer mistério. Adilson e Leão concentraram seus jogadores na noite de sexta-feira, mas só divulgaram a lista dos convocados na manhã de sábado. O técnico cruzeirense levou 20 jogadores contra 19 do atleticano.

Leão não pode contar com Éder Luís, que cumpre suspensão, por ter recebido o terceiro amarelo, na vitória sobre o Rio Branco, por 1 a 0, no segundo jogo da semifinal. O substituto dele só será anunciado no vestiário, pouco antes do início do clássico. O zagueiro Werley, que vinha sendo improvisado na lateral direita, recuperou-se de lesão, foi relacionado e pode jogar no lugar de Marcos Rocha, que atuou na vitória, por 2 a 0, sobre o Guaratinguetá, que o classificou à próxima fase da Copa do Brasil.

No Cruzeiro, a expectativa de que Sorín e Thiago Heleno, que estavam contundidos, pudessem ser opções no jogo de ida da decisão, não se confirmou e ambos estão fora. Caso queira, Adilson Batista poderá repetir a escalação do time que venceu o Deportivo Quito, por 2 a 0, que garantiu o primeiro lugar no grupo 5 da Libertadores.

CRUZEIRO x ATLÉTICO-MG

Data: 26/4/2009 (domingo)
Horário: 16h (horário de Brasília)
Transmissão na TV: Globo Minas e pay-per-view
Local: Estádio Mineirão, em Belo Horizonte (MG)
Árbitro: Paulo César de Oliveira (SP)
Auxiliares: Roberto Brattz (PR) e Maria Eliza Barbosa (SP)

Cruzeiro
Fábio; Jonathan, Leonardo Silva, Leo Fortunato e Gérson Magrão; Fabrício, Ramires, Marquinhos Paraná e Wagner; Wellington Paulista e Kléber
Técnico: Adilson Batista

Atlético-MG
Juninho; Werley (Marcos Rocha), Leandro Almeida, Marcos e Júnior; Renan, Rafael Miranda (Lopes), Carlos Alberto e Márcio Araújo; Lopes (Trípodi) e Diego Tardelli
Técnico: Emerson Leão

Fontes:

  • Gazeta Press
  • Gazeta Esportiva
  • Diário de Cuiabá
  • UOL Esportes
  • Só Notícias/Karoline Kuhn

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Categorias:Esportes
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